SCHWARZMAN SCHOLARS

Cinco latinoamericanos são escolhidos para realizar estudos em universidade da China

Cinco latinoamericanos são escolhidos para realizar estudos em universidade da China Foto: Divulgação

111 universitarios receberão bolsas de mestrado na Universidade de Tsinghua, na China. Ao todo, o investimento no projeo será de 450 milhões de dólares

Um argentino, um brasileiro, uma colombiana, um dominicano e um mexicano são os representantes da América Latina em um grupo de 111 universitarios escolhidos para receber uma bolsa de mestrado na Universidade de Tsinghua, na China, através do programa Schwarzman Scholars. A iniciativa partiu do grupo Blackstone de private equity e teve mais de três mil inscrições de estudantes de 32 países diferentes.

Italo Alves (Brasil), Tomas Fuentes Benítez (Argentina), Savitri Rastrepo (Colômbia), José Luna (México) e Carlos Adolfo González (Repúlbica Dominicana), junto aos outros 106 escolhidos, passarão um ano inseridos em uma comunidade internacional de pesquisadores, empreendedores, líderes de negócios e políticos. Durante este período, eles participarão de aulas em três áreas: Políticas Públicas, Economía e Negocios e Relações Internacionais. A experiencia com o Schwarzman Scholars tem como objetivo ampliar a visão de mundo dos participantes e criar uma rede de líderes globais.

“O Schwarzman Scholars dispõe de um grupo notável, empenhado em ampliar sua visão de mundo, assumindo riscos, enfrentando novos desafios e desenvolvendo uma importante compreensão da China par ao futuro”, afirmou Rod Garris, diretor global de admissões. “Esses 111 estudantes representam os primeiros membros de uma rede de líderes globais em constante crescimento e que, juntos, terão um enorme impacto no mundo”.

Pensado para enfrentar os desafios do século XXI, o Schwarzman Scholars visa promover a paz e entendimento internacional. O investimento de 450 milhões de dólares para financiar as pesquisas e a estadia dos estudantes constitui o maior investimento filantrópico estrangeiro em terras chinesas. Ao todo, mais de 200 acadêmicos do mundo tudo serão beneficiados pela iniciativa, vinculada a uma das mais prestigiadas universidades da China.




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